O MONSTRO DE OLHOS VERDES

Finalmente liberado o computador, deu vontade de escrever sobre o caso da astronauta Lisa Maria Novak, cujo amor ao colega William Oefelein a levou a agredir a rival Colleen Shipman.

O fato, em si – o ciúme – chama a atenção por ter atingido uma graduada astronauta, portadora de inúmeros títulos acadêmicos, mas que sucumbiu ante à sindrome de Otelo como uma colegial apaixonada por seu primeiro amor.

Isso mostra que homens e mulheres, não importa a classe, o status, a condição econômica, são destinados ao ciúme.

Os homens, mais do que as mulheres, querem fazer sexo com multiplas parceiras e as mulheres quando traem seus amantes, o fazem nas épocas em que estão mais propensas a conceber e têm relações com seus esposos quando estão menos férteis. Tais descobertas demonstram que a tendência evolucionária de se adquirir genes melhores por meio de diferentes parceiros ainda se esconde sob o comportamento sexual moderno.

E para combater o desejo de trair e fortalecer as ligações entre parceiros, é que o ciúme evoluiu como um sistema precoce de detectação de infidelidade.

Como diria Shakespeare: “Meu Senhor, livra-nos do ciúme / É um monstro de olhos verdes, que escarnece do próprio pasto que se alimenta…”

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