A embaçada transparência da OAB
O Presidente nacional da OAB quer, segundo o Painel do jornal “Folha de S. Paulo” de hoje, mobilizar a CNBB e conseguir mais de um milhão de assinaturas pró-CNJ, em defesa da transparência do Poder Judiciário. Ele poderia mais, e antes, contudo.
Poderia, presidindo essa poderosa Corporação de Ofício, verdadeiro cartel que impede milhares de bacharéis de advogarem, monopolizando aquilo que se denominou de ‘capacidade postulatória’ (como se apenas os Advogados fossem capazes de postular…), abrir as contas de sua própria entidade.
Poderia dizer se recebe algum benefício enquanto está a frente dela. Se os demais Conselheiros da Seção Federal também recebem. E mais: se os presidentes e conselheiros estaduais percebem alguma benesse, a justificar disputas tão aguerridas pelo comando da entidade, nos mais diversos entes da Federação.
Poderia dizer qual a arrecadação anual da OAB; quanto disso decorre das contribuições; quanto dos obrigatórios exames para ingressar na Ordem; quanto vêm das taxas de mandato, e quais são as demais fontes de custeio da entidade.
Poderia jogar luzes nas despesas que a Ordem tem em todo o país, e qual a razão dela, sendo tão rica e poderosa, ocupar espaços gratuitos nos fóruns do país todo (os quais, como se sae, mal dão para suportar a estrutura cartorária e os milhões de processos, muitas vezes guardados em banheiros e corredores).
Poderia explicar por que não faz da implantação efetiva das Defensorias Públicas uma bandeira da OAB, eis que referido órgão prestaria à população carente o essencial direito de defesa, bem como o direito de ação nos casos realmente necessários.
Poderia explicar por que pretende deslocar o gerenciamento das verbas destinadas ao convênio da Defensoria com a OAB/SP para a Secretaria da Justiça, amputando ainda mais a Defensoria Pública no Estado mais rico da Federação.
Poderia justificar por que seus advogados propõem ações vãs, apenas na expectativa de receber certidões de honorários, uma vez que estão vilipendiados pelo inchaço profissional, decorrente da proliferação de Faculdades de Direito – fato que conta com a omissão complacente dos dirigentes da OAB.
Poderia justificar por que prefere fazer o exame da Ordem a fiscalizar as condições dos cursos de Direito; ou seja: por que não garante ao cidadão um ensino condigno, exercendo seu papel de agente fiscalizador dos cursos jurídicos no Brasil.
Poderia explicar qual a natureza jurídica desse cartel que preside: se é entidade privada, se é pública e, afinal, por que razão não se submete às regras de licitação para comprar e contratar.
Ao fim e ao cabo, poderia tratar de jogar luzes sobre a entidade que preside, antes de apontar os dedos para quaisquer dos Poderes da República – todos eles fiscalizados pelos demais Poderes, por Tribunais de Contas, pelo Ministério Público – além da fiscalização processual, por meio dos recursos cabíveis (quando a questão é jurisdicional).
Poderia ainda, e finalmente, defender o fim do corporativismo a partir da extinção de seus próprios Tribunais de Ética e Disciplina, permitindo que juízes e promotores públicos julgassem e aferissem a ética e o comprometimento de cada Advogado.
Em suma, poderia deixar de ser hipócrita, e fazer a sua parte
Transparência não é bandeira, não é carta de princípios: é ação. É prestação de contas que se faz no dia-a-dia. É assunção de responsabilidades, e não oba-oba na mídia, como se se tratasse de cortina de fumaça para desviar atenção do que realmente importa: a conduta de cada instituição, no País que queremos.
Boca do Inferno.
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É isso ai! sou a favor da transparência total, como dizia meu pai, pimenta nos olhos dos outros é refresco.
Prezado Carlos:
Sou advogado e fiquei bastante surpreso e decepcionado com seu artigo. Custo a crer que vc é um juiz de verdade. Ao chamar a OAB de “Corporação de Ofício” vc demonstrou todo o preconceito seu e da classe a que pertence contra os advogados. Ao invés de defender seu ponto de vista com argumentos sólidos, bem fundados e com serenidade, vc apenas procurou destilar um pote de veneno (e aparentemente inveja) contra a nossa entidade. Sabemos todos nós dos problemas da OAB, de alguns deslizes de seus dirigentes e estamos procurando resolvê-los. Apelar para a discussão sobre o exame da Ordem, que acabou de receber o respaldo do STJ, julgando-o constitucional (embora pessoalmente eu não concorde!), foi um pouco demais e demonstrou claramente sua falta de bons argumentos.
Assim como existem advogados bandidos, temos certeza absoluta da existência de bandidos de toga, como bem disse a Corregedora. Lute contra isso, contribua com as Corregedorias e com o CNJ, para extirpar os maus elementos de ambas as instituições. Agora, usar os argumentos tolos que usou e atacar a OAB desta forma, só contribui para demonstrar o quão fraco e tolo você é como representante da Magistratura.
Atenciosamente,
José Antonio Rodrigues
Oportuna intervenção do articulista, num assunto que a OAB nacional, deveria se posicionar de forma clara como se pretende os filiados às várias seccionais.
Eu também gostaria de saber tudo isso, assim como gostaria de saber da gastança dos tribunais com seus magistrados, assim como gostaria de saber sobre toda dinherama que é desviada de suas finalidades sociais e acabam, sabe-se lá como, em caixas fortes particulares… aliás, eu gostaria mesmo é saber o que é ESTADO DEMOCRÁTICO DE DIREITO, sem que para lhe conferir um conceito, tenhamos que nos socorrer da filosofia.
Eu queria saber tanta coisa… mas… ultimamente ando lendo muito jornal e ando bastante confuso…
Gostei do post…
Preambularmente, meu caro, um bom dia !!!
Respeitosamente, parabenizo V.Sra., pela coragem e destreza em discorrer com tamanha propriedade sobre um tema de total grandeza, haja vista que a OAB faz reserva de mercado e, exclusão social com milhões de cidadãos Bels. em Direito, que já foram aprovados e passaram pelo CRIVO E PELA CHANCELA DO ESTADO DEMOCRÁTICO DE DIREITO.
ANTE AO EXPOSTO E, CERTO DE MERECER SUA OBSEQUIOSA ATENCÃO, TRANSMITO-LHE VÓTOS DE ESTIMA E CONSIDERACÃO.
Att:. Bel. Thadeu Souza
Boa tentativa de desviar o foco da atenção. Vamos esquecer os juízes corruptos (que recebem dinheiro público) e nos concentrar nos cofres da OAB.
É muito sofisma, muita distorção de informação. Todo advogado sabe que muitos cursos de direito são autorizados pelo MEC, a despeito de parecer contrário da OAB.
Custo ainda a acreditar que o autor ache mesmo que o STF ajudou a “cartelizar” a advocacia, batendo o martelo quanto à legalidade do exame de ordem.
Por que o medo do CNJ?
Concordo com o Dr. José Antônio Rodrigues.
Uma coisa não obsta a outra. A OAB pode buscar solucionar seus problemas internos enquanto faz o mesmo para a Justiça como um todo.
Iuri.
A OAB é uma entidade que se fecha à coletividade, quando se procura investigar quais são as operações internas. Ela, ainda, como aconteceu no Rio Grande do Sul, procurou impedir alguns bacharéis de prestarem Exame de Ordem, pois, protegidos por decisão judicial que, aliás, foi descumprida. Não existe transparência nas relações internas da OAB. Parabéns ao articulista.
Trocando em miídos, transparência em ambos os casos, como foi dito acima, um caso não obsta o outro.
OAB transparente, entidade dos Juizes transparente…………acho que é um sonho.
Pessoas, acredito que o comentário nao tenha sido redigido pelo nobre juiz!
Nada relacionado com o texto, mas indico o vídeo abaixo somente para descontração:
http://www.youtube.com/watch?v=RFlR77bmmAo&feature=related
Argumentozinho requentado esse do exame da Ordem. Advogado não tem o poder de bloquear dinheiro de conta, mandar soltar ou prender, liberar alvarás fraudulentos e milionários. Artigo diversionista…Acompanho o blog e admiro muito. Mas acho que o autor do artigo não ponderou as coisas como são. CNJ tem que ter o poder de investigar, mas obviamente dentro da lei. Ninguém quer caças às bruxas…
Diante dos comentários acima, até ofensivos como o do Zé Antonio, quem lê o saite sabe que o Zamith não teme o CNJ, nem foi a favor do esvaziamento de suas atribuições, porém, democraticamente, publica artigos contrários à sua opinião. Agora, faltou dizer quem é “Boca do Inferno”…
Meu nobre Dr. Zamith,
Penso que texto tão pobre de argumento tenha sido escrito por Vossa Excelência. Até porque o senhor já demonstrou de forma inequívoca sua opinião a respeito do CNJ.
Como dito acima, obviamente que uma coisa não é obstativa da outra. Penso eu que deveriam ser complementares: a OAB abrir sua famigerada “caixa-preta” trazendo a lume todas as questões suscitadas, exceto quanto ao Exame de Ordem, declarado constitucional pelo STF e que realmente é necessário, pois tem ente que acha que sabe postular, quando não tem noção mínima do Direito e seus institutos, e a Magistratura sendo passada a limpo, nos termos alinhavados pela Constituição. Uma não exclui a outra.
Discordo de muitos posicionamentos da OAB, e como advogado que sou, brigo para que a entidade se modernize e deixe de ser o feudo, pois há ocasiões em que a coisa fica mais feia que no feudalismo. Por outro lado, também discordo dos argumentos do articulista quando só aponta defeitos na Ordem. Por seu passado, e mais ainda pelo quadro que se apresenta no momento, de caça às bruxas, a advocacia é necessária e indispensável à própria Justiça. Aos linxamentos públicos que se assiste, quem se levanta contra? Aos abusos da imprensa, de setores da mídia, e às vezes, do prórpio judiciário, quem vai em busca da reparação?
Sei lá… às vezes dá um desânimo, descrédito em tudo: OAB, Judiciário, Legislativo, Executivo, o escambau… nem sei como esse país ainda consegue caminhar…
Belíssima crítica, apoio 100%.
De fato, quando se fala em controle externo, em “abrir as contas”, em transparência, a OAB dá um pulo de tanto susto. O pior é o que os advogados, os primeiros que deveriam exigir com veemência a transparência total, acabam corroborando a cultura da “caixa preta”. Depois não se sabe por qual razão advogado tem fama de explorador (e outras mais…). Evidente que não todos, felizmente.
OAB, ouça a sabedoria popular: “quem não deve não teme”.
PS.: alguém poderia esclarecer para onde vão os R$ 200,00 referentes à inscrição para o Exame de Ordem? Uma prova de duas fases, repleta de problemas, injustiças com examinandos, falhas de logística, custa mesmo esse valor?
Impecável!
Mostrou o conhecimento da realidade.
Se as OAB fosse fiscalizadas pelo TCU….
A OAB PODE SER O QUE FOR, EU ESTOU AMANDO ESSE APOIO A MINISTRA PARTICULARMENTE AO CNJ JOGUE DURO OPHIRHITLER QUERO VER O MAR PEGAR FOGO PARA TODOS NÓS COMER JUIZ FRITO; VAMOS LÁ OAB NÃO SE ACOVARDEM MANDA DINAMITE, VCS ESTÃO PRESTANDO UM GRANDE SERVIÇO A SOCIEDADE ISSO SIM E TRABALHAR A FAVOR DO CIDADÃO, E NÃO O BARRANDO DE GANHAR E DEFENDER SEU SUSTENTO COM UM EXAME IMORAL E ILEGAL, SEM RESPALDO NA CF, VALE LEMBRAR QUE OS 9 VOTOS FOROM VOTOS POLITÍCOS, MAIS MEUS PARABÉNS POR ESSA ATITUDE CORAJOSA DA OAB.
Dr. Zamith, não entendi exatamente qual a relação das contas da OAB com a manifestação do Dr. Ophir a favor do CNJ. Pelo que me consta os advogados não recebem dos cofres públicos e também não são funcionários pertencentes aos quadros do estado/união (com exceção dos defensores públicos, procuradores e afins). Assim como o judiciário, há outras instituições nesse país que necessitam de controle, pois são remuneradas com dinheiro público, o que não é o caso da OAB. Realmente não entendi de que forma as contas da OAB possam lhe interessar, ao passo que, as contas do judiciário são do meu interesse e de todos os brasileiros. As suas contas são do meu interesse, pois o sr. é um funcionário público, pago com o meu dinheiro!!!! Entenderia (inclusive apoiaria) se fosse um advogado cobrando transparência da OAB, mas um juiz???? Creio que isso não é assunto seu!!!!! Cobre transparência do legislativo e do executivo, dos quais o Sr. indiretamente é responsável!!!! Louvável a iniciativa do Sr. presidente da OAB, Dr. Ophir Cavalcante, independentemente de qualquer coisa, manifestando-se a favor do controle do judiciário através do CNJ, defendendo os interesses não só dos advogados, mas de todos os cidadãos brasileiros!!!!
Parabenizo….parabenizo o autor…clap…clap…clap….
Aqui quem escreve é uma bacharel de direito vítima do V EXAME DE ORDEM….que realmente foi um VEXAME…revoltada como tantos outros colegas …totalmente à mercê desta entidade “sue generis”….
Acho bastante interessante o fato de que, em que pese às malogradas e infelizes críticas malferidas pelos juízes em face da Ordem, a massa da magistratura quando se aposentam não pestanejam em solicitar suas inscrições nos quadros da Ordem dos Advogados do Brasil.
Que os bons ventos soprados por Montesquieu, quando de seu pensamento sobre o necessário auto-controle estatal exercido pelos três poderes, possam invadir corações e mentes de nossos agentes políticos, incluídos aí os que se consideram “sui generis”, como forma de aperfeiçoar os modos de condução da Res pública.
Parabéns ao nobre magistrado, por expor em seu ambiente eletrônico, as mazelas de nós todos.
E que a presidência do CFOAB (extensivo às suas Seccionais) abandone o jargão popular “faça o que eu digo, não faça o que eu faço” quando da publicização de suas ações, enquanto perdurarem halos de nebulosidade sobre aspectos éticos das condutas de seus dirigentes…
Aliás, as mazelas são dos homens, não das instituições. O Poder Soberano, ainda diante de todas as tentativas de supressão, é do povo.
Cara advogada e professora Letícia…repense qdo fala da “louvável” iniciativa do Dr. Ophir. Louvável seria se o exame da OAB fosse um exame justo onde a OAB assumisse os erros grotescos como o do último exame, onde milhares de bacharés foram prejudicados por um erro da banca FGV. deixo claro aqui se sou a fovor do exame, mas desde que seja um exame justo, coerente e com respeito ao edital, aliás, falando em edital, seria interessanta que a OAB lesse o edital antes que esse fosse publicado, coisa que parece não vem fazendo, porque simplesmente não respeita. Ainda, porque a indignação em se tornar pública as contas da oab???? Ela tem algo a esconder??? Seria interessante a OAB divulgar onde é empregado os R$ 200,00 cobrados dos baicharéis em Direito!!!
É incrível como os seres humanos agridem uns aos outros. E nesta vexatória peculiaridade a advocacia é campeã.
Juiz de direito metendo ferro na OAB e advogados metendo o ferro no juiz…
O ser humano é um bicho que não possue capacidades mínimas de arguir ao menos com educação.
Q vergonha!!!!
A OAB sempre foi uma “caixa preta”. Ex: A inscrição do exame do ordem é R$ 200,00 (duzentos reais) sendo que tem duas fazes e é um concurso realizado 3 a 4 vezes no ano, isto é, não se justifica um preço tão alto, nem em primeira e nem em última análise. Para onde vai essa grana toda? Sem dúvida, a OAB é uma “caixa preta”!!!
O CNJ deve investigar os Juízes ao tempo em que a OAB deve sim levantar as cortinas e revelar os intestinos do seu sistema, que, dada tanta obscuridade, guarda, sem dúvida, muita sujeira, corrupção, etc..
Artigos
O CNJ X STF (ENTRE TAPAS E BEIJOS)
CNJ é composto de 15(quinze) membros, com mandato de 2(dois) anos, admitida 1(uma) recondução, foi instituído pela Emenda Constitucional nº 45, de 30 de dezembro de 2004, incluida no artigo 103-B da Constituição, o qual de acordo com o § 4º Compete ao Conselho o controle da atuação administrativa e financeira do Poder Judiciário e do cumprimento dos deveres funcionais dos juízes, cabendo-lhe, além de outras atribuições que lhe forem conferidas pelo Estatuto da Magistratura: I – zelar pela autonomia do Poder Judiciário e pelo cumprimento do Estatuto da Magistratura, podendo expedir atos regulamentares, no âmbito de sua competência, ou recomendar providências; II – zelar pela observância do art. 37 e apreciar, de ofício ou mediante provocação, a legalidade dos atos administrativos praticados por membros ou órgãos do Poder Judiciário, podendo desconstituílos, revê-los ou fixar prazo para que se adotem as providências necessárias ao exato cumprimento da lei, sem prejuízo da competência do Tribunal de Contas da União;(…) enfim tem como missão primordial fiscalizar a atuação administrativa e financeira do Judiciário, bem como supervisionar o cumprimento dos deveres funcionais dos juízes, diga-se de passagem de grande alcance e relevância para o bom andamento da nossa justiça com vistas a torná-la mais célere e mais comprometida com a nossa população. (…).
O Egrégio Supremo Tribunal Federal – STF a maior Corte de Justiça do nosso país. È é o órgão de cúpula do Poder Judiciário, e a ele compete, precipuamente, a guarda da Constituição, conforme definido no art. 102 da Constituição Federal. O Supremo Tribunal Federal é composto por onze Ministros, brasileiros natos (art. 12, § 3º, IV, da CF/88), escolhidos dentre cidadãos com mais de 35 e menos de 65 anos de idade, de notável saber jurídico e reputação ilibada (art. 101 da CF/88), e nomeados pelo Presidente da República, após aprovação da escolha pela maioria absoluta do Senado Federal. (…)
Porém, diante de tantas barbaridades que vem sendo praticadas nos últimos meses por essa Colenda Corte, (Casa da Suplicação), dentre elas pasmem, liberação da marcha em defesa das drogas; julgou, pasmem, constitucional o caça-níqueis Exame de Ordem infestado de pegadinhas (parque das enganações) feito para reprovação em massa e manter reserva pútrida de mercado, o qual vem gerando fome, desemprego (num país de desempregados), terror e doenças psicossociais (bullying social) numa afronta à Declaração Universal dos Direitos Humanos; art. XXIII -1 – Toda pessoa tem o direito ao trabalho, à livre escolha de emprego, (…) e à proteção contra o desemprego. Afinal a função primordial dos Direitos Humanos é proteger os indivíduos das arbitrariedades, do autoritarismo, da prepotência e dos abusos de poder. (…), protelação da condenação dos envolvidos no escândalo do mensalão objetivando a prescrição das penas; atrofiamento e ofensiva para reduzir o CNJ a pó, para que nada seja apurado contra os membros do STF; concessão de asilo com honras e glórias a um assassino italiano, retorno de Jarbas Barbalho ao Congresso Nacional, verdadeiro escárnio, sepultando de vez a lei da ficha limpa, enfim viraram as costas para o povo brasileiro, quero prestar minha solidariedade a nobre conterrânea ministra Eliana Calmon pela lucidez, notável saber jurídico e coragem ao dar o ponta-pé inicial visando a moralização do judiciário.
“O juiz deve colocar a sua atuação a serviço da cidadania, pretendendo construir uma sociedade que dignifique a pessoa, estimule a solidariedade, diminua as diferenças regionais, que colabore na erradicação da miséria, da pobreza e do analfabetismo” Urbano Ruiz
Estou convencido que a melhor forma de investidura de Ministros junto ao STJ,TST STF, nos demais Tribunais Superiores, deveria ser via o consagrado Princípio Constitucional do Concurso Público o qual configura-se um dos pilares mais importantes de um Estado Democrático de Direito. Em regra, conforme está insculpido no art. 37-II CF o ingresso no Serviço Público dar-se-á, mediante a realização do concurso, onde se busca é garantir a igualdade de condições de todos os candidatos.
Ora, se para ser advogado os mercenários da OAB de olho gordo no lucro fácil insistem afrontar a Constituição e os Direitos Humanos, abocanhando tosquiando com altas taxas de inscrições R$ 200, enquanto que taxas do ENEM são apenas R$ 35, faturando por ano, R$ 72,6 milhões sem prestar contas ao Tribunal de Contas da União – TCU, ao impor o seu caça-níqueis, cruel, nefasto, fraudulento, famigerado Exame de Ordem, imaginem senhores para ser um Magistrado? Pelo fim das listas dos apadrinhados; pelo fim do Quinto Constitucional. Concurso Público para todos.
VASCO VASCONCELOS. Analista, Escritor, Poeta, Compositor, Jornalista, Administrador e Bacharel em Direito (Advogado).
Brasília-DF
E-mail:vasco.vasconcelos@brturbo.com.br
………….
EM PRIMEIRO LUGAR PARABENIZO VOSSA EXCELÊNCIA PELO EXCELENTE ARTIGO, QUE POR SINAL BASTANTE OPORTUNO E ADEQUADO PARA O MOMENTO, PRINCIPALMENTE COM RELAÇÃO A PODEROSA OAB(A QUE SE ACHA O 4º PODER, QUE AGE COM SE TIVESSE NUMA DITADURA VENEZUELANA, SEM LIMITES ACIMA DE TUDO), A OAB VAI SENTIR O GOSTO DO PRÓPRIO VENENO QUE TEM, POIS É UMA AUTARQUIA QUE PRECISA URGENTE DE REFORMA E FISCALIZAÇÃO, O BRASIL ESPERA JÁ.
A priori não pertenço nem a classe da magistratura e tão menos da oab, pertenço a turma da jabuticaba bacharel em direito, aliás o único até agora de fato injustiçado. A duas classes destintas, sem duvida nenhuma devem ter em suas profissões lesura, honestidad, ética, legalidade, transparência. Esta última é uma icógnita, há erros dentro da magistratura há e deve ser apuradas mas com serenidade, há erros também na OAB, esta última com problemas gravíssimos dentro da entidade, aliás o sr Ophir já deveria ter saído do comando desta. Inclusive se fosse ele, não pediria nada a ninguém. Entretanto o que vemos é uma OAB, que recebe no famigerado exame da Classe 200,00 reais a inscrição, fora anuidade e outros recursos arrecadados a fora, e ninguém sabe pra onde vai, ao contrário tudo obscuro e sem dúvida nenhuma deve ser fiscalizado sim, sem sombra de dúvidas. Afinal o arroto é grande e o bater no peito é enorme. Mas o galinheiro esta sujo e deve ser limpo. Em relação ao magistrados estes sempre foram e vão ser fiscalizados. Eles sempre acabam aparecendo. Agora oab, esta tem que aparecer e quando aparecer a coisa vai ficar feia a vai.
A OAB quer transparência? que tal começar pela ela própria? Deve ser melhor ser presidente da OAB, que ser presidente da República; ele faz e desfaz e não da satisfação a ninguém…
Acredito que as duas corporações devem ser fiscalizadas pelo CNJ.
Aliás, qualquer entidade que receba dinheiro público – e a OAB recebe contribuição obrigatória ( é tributo ok, doutora?) – deve prestar contas e eu gostaria que a OAB me informasse em qual site eu posso aferir as mesmas.
Quanto ao exame de ordem: É claro que todo profissional deve ser submetido a um controle. Acontece que o controle deve ser efetuado pelo Estado e não por um orgão cuja direção é eleita pelos próprios beneficiados.
Imaginem se o sindicato dos motoristas de taxi fosse o orgão concedente das autonomias? É claro que limitaria o acesso de outros concorrentes com a inclusão também de um “exame de ordem.”
Assim, todos os sindicatos, associações de moradores, associações, etc.. criariam uma reserva de mercado.
Se tiver de existir algum controle deve ser de um orgão independente.
A OAB limita o acesso ao Judiciário através do Exame de Ordem, da tabela quase obrigatória de honorários e pasmem proibe a publicidade – direito do cidadão consumidor-, para manter o staus quo do grandes escritórios de advocacia.
Onde ja´se viu alguém que começa numa profissão não poder fazer publicidade nem cobrar preços menores?
Onde está o estado liberal?
Isso privilegia a quem senão os que já estão a muitos anos advogando?
Sabem porque a prova da OAB tem duas fases ( objetiva e dissertativa) em dias diferentes ao contrario do concurso da Petrobrás, BNDES, dentre outros?
Simples. Para limitar o acesso a Ordem. Podem verificar. Quando eles erram a mão e aprovam 50% na primeira fase corrigindo confeccionando uma prova impossível na segunda fase e vice-versa.
Se fossem as duas provas num só dia seria impossível fazer isso.
Excelente matéria viva a ministra CALMON, muito se vê que o feitiço está virando contra o feiticeiro “xerife (s) nas pessoas da OAB (ophir Cavalcante júnior e STF – marco Aurélio de Mello” contudo, lugar de bandidos e corruptos são atrás das grades cadeia neles!!!!!!!!!!!!!!!!!!,
Brasil mostra tua cara, transparência e democracia deverão andar aliados na luta da democracia mais transparente!!!
NÃO É PRECISO FALAR MAIS NADA! AH SOMENTE UMA COISINHA, ME RESPONDAM QUEM NÃO É REALMENTE FISCALIZADO?
Apoiado!
O que é a OAB? Quem a fiscaliza? Quanto arrecada?
Prezados, gostaria apenas de deixar registrado que o exame de ordem passou dos limites…digo isso com total propriedade, pois diz análise dos últimos 10 anos e verifiquei quão difícil ficou e quão simples era. Hoje estou completando dois anos de formado e com o título de bacharel, porém estudei durante estes anos e realizei estágio desde o primeiro ano dá faculdade, inclusive como voluntário, e isto com certeza.não me serviu de base para poder ser aprovado. O que mais desejo ainda, apesar de uma expectativa de vida menor que um ano é conseguir passar neste exame, e finalmente apesar do pouco tempo exercer a profissão dá qual desejo e desejei desde o início, mais não sei se se confeiteiro atingir está meta, mais fica a dica para todos, o exame parece o fim mais não, o fim e vermos diariamente advogados sem a menor estrutura advogando a 30 anos sem ter realizado exame e não ser feito uma reciclagem anual que se o intuito fosse fiscalizar pararam muito longe e nada modificam. Como disse eu creio que nem que seja a última coisa que faça essa bendita carteira eu vou conseguir mais hoje já não tenho condições de utilizada plenamente como queria a muito tempo…abç a todos e nunca desistam
<p>Venho por meio deste expressar minha perplexidade, minha real indignação com o posicionamento de alguns em relação ao exame da Ordem, contudo, respeitando a devida opinião de cada indivíduo. Considero imprescindível o referido exame, pois trata-se de uma peneira – com buracos bem estreitos – que expunge as pedras imprestáveis, isto é, o exame é realizado para que aquele suposto profissional, supostamente bem preparado possa provar sua devida capacidade de atuar com lisura e prezando pela justiça, como compete aos advogados e demais cargos afins. Aqueles ineficazes e descomprometidos, esbarram nas entranhas do exíguo buraco da peneira. É indispensável ressaltar que tal exame é importantíssimo para que efetivamente haja justiça. Mas poxa, por que somos um dos poucos, senão os únicos, que devemos passar por um severo exame, uma prévia fiscalização para podermos atuar como profissionais, seja liberais, seja no funcionalismo público? Gente, antes de questionarem-se sobre a validade do exame, primem pela importância do mesmo no que tange a prevenção do judiciário! O invariável índice de reprovação justifica-se por questões óbvias, precipuamente por um motivo: falta de estudo! Por isso, analisem: como deixaríamos que tantos profissionais ingressassem no mercado de trabalho deliberadamente sendo que seu preparo é insuficiente, como corroborado pelos últimos exames?<br />
Sinceramente, quando tomei conhecimento da ação requerendo a extinção do exame, jamais imaginei que houvesse alguma possibilidade de o mesmo extinguir-se e, de fato, minha previsão concretizou-se: sob amparo do STF, a peneira manteve-se impecável e creio que perdurará eternamente, não somente como um singelo exame cuja dificuldade é pertinente, mas como um “instrumento-vassoura”, que elimina as impurezas, os despreparados para atuarem “Direitamente”.</p>
Vejo que os comentários referentes a este artigo começaram a oxigenar a verdade.
Gente, bem ou mal, os Juízes são fiscalizados, e, efetivamente, estão sendo punidos. Já a OAB, a pretexto de ser uma instituição independente e defensora da democracia, esconde-se atrás de um sistema que gera suspeita até mesmo na cabeça da criança mais inocente.
Não sejamos defensores da OAB, defendamos a tranparência antes de tudo. Isto porque um dos maiores pilares da democracia é que o povo deve saber TUDO, isto é, nada pode estar oculto.
Mas a OAB não age assim, ela é a favor da democracia apenas quando favoresse os seus interesses.
Não esqueçam disso.
Como tenho dito (veja-se em http://bragadarocha.blogspot.com/2011/02/oab-casa-de-ferreiro-espeto-de-pau.html), na OAB, onde campeia a hipocrisia e a opacidade, prevalece o dito popular: “casa de ferreiro, espeto de pau”.
São comentários como esses dos chorões que confirmam minha convicção: o Exame de Ordem precisa existir. Fico imaginando esses “baicharéis” postulando liminar para reintegração de posse em terreno na lua. Vão estudar pra passar no exame. Essa lenga-lenga de caça níquel da OAB não vair parar nunca? Anuidade custa R$ 500,00. Se fosse apenas pelo dinheiro, não era melhor a OAM aceitar otod “baicharél”? Mesmo que o custo da prova seja de R$ 35,00 (como alguém citou), fazendo 3 provas por ano sem passar, o que já é incrível pra quem passou 5 anos na faculdade, ainda ssim a OAB só arrecadria 495,00 por cada “baicharel” [600,00 - 105,00 (3 x 35,00)] mo que joga por terra esse argumento. Senhores “baicharéis”, vocês defenderão a vida e o patrimônio das pessoas. Não é brincadeira. É coisa séria. Vão estudar e passar! É díficil para quem não se preparou, nem na faculdade, nem depois!
Tenho 20 anos de advocacia efetiva. Concordo plenamente com as críticas à OAB, faço-as nos mesmos moldes já por mais de 10 anos. Participei com este programa de 3 eleições da OAB-MG integrando chapas de oposição.
De outro lado, sou plenamente favorável ao papel institucional do CNJ e apóio, sem restrições, a atuação da Ministra Eliana Calmon.
Portanto, colegas comentadores, não sejamos corporativistas ao contrário, a OAB é mesmo uma caixa preta que beneficia a quem a dirige, numa esbórnia sem fim. Jatinhos e convescotes, sem discussão real dos problemas da profissão. Nada sobre a necessária unificação de currículos em infinitas faculdades por todos os cantos do país. Exame de ordem que pretende ser mais realista que o rei. Onde já se viu pedir-se peça recursal em exame de ordem, se o advogado só vai ter de conhecer tal expediente muito depois de formar-se. O exame de ordem assemelha-se aos concursos que estão por aí. Por exemplo…
Prezada Tina, sou a favor da transparência em todos os seus aspectos, inclusive dentro da própria OAB. Só acho que os assuntos não se relacionam. Como falei e torno a repetir, LOUVÁVEL ESTA iniciativa do Dr. Ophir de manifestar-se a favor do CNJ. Ou vc não quer saber o que o judiciário esta fazendo com o nosso dinheiro??? Quer fazer críticas à OAB e ao Dr. Ophir, faça, também tenho as minhas!!! Entendo que, a partir do momento em que algo é feito em prol da sociedade, não importa de onde venha, se é da OAB, do CREA ou da associação dos tocadores de flauta, o que importa é que existe o movimento, que deve ser devidamente reconhecido. O que podería ou não fazer o Dr. Ophir, não anula a “LOUVÁVEL” iniciativa.
Prezados doutores, a OAB tem que criar vergonha na cara e não mais cobrar este absurdo de taxa (R$200.00), se a instituição tem interesse de aferir o conhecimento e a capacidade dos bacharéis em direito, então por que não substituem esta famigerada prova pela RESIDÊNCIA JURÍDICA como fazem os profissionais de Medicina? Argumentos sem consistência utilizados pelos membros da OAB é que a faculdade não forma advogado, ora, e a prova aplicada pela OAB forma é? Então lanço um desafio, vamos pegar todos os aprovados na OAB 2011.2 e mandar fazer umas 5 peças em áreas distintas, se estiverem preparados irão fazer, não senhores, ninguém está preparado para exercer a advocacia da noite para o dia, isto leva tempo, o dia a dia, a prática jurídica é que vai lapidar o profissional que deveria ser lapidado justamente na RESIDÊNCIA JURÍDICA, para não ocorrer o que presenciei determinada vez um advogado querendo impetrar APELAÇÃO contra sentença na SEARA TRABALHISTA, é de perder os cabelos. A prova da OAB não é instrumento correto e hábil para se aferir a capacidade “postulatória” do bacharel em Direito, e sim a RESIDÊNCIA JURÍDICA, estava vendo nos blogs do exame da ordem os comentários sobre a prova processual trabalhista e me espantei com a resposta da 4ª questão, simplesmente a OAB colocou uma questão que comporta duas respostas ou a utilização do art.899,§7º da CLT OU a Súmula 245 do TST, gente tem jurisprudência que afirma ser cabível a Súmula 245 do TST, porém a OAB e a FGV menosprezaram a existência desta Súmula, o TST através do seu Presidente deveria se manifestar quanto esta questão, a decisão de manter apenas a resposta como sendo a do art.899,§7º da CLT demonstra que nem os membros participantes da elaboração desta prova sabem a resposta. Senhores cabe Agravo de Instrumento para destrancar o Agravo de Instrumento, e não havia deserção pois foi feito a complementação está lá na prova que vocês mesmo elaboraram. Se a OAB não sabe nem como responder a questão que eles mesmo elaboram existe algo errado nisso. Fiscalização tanto nos magistrados como também nos “intocáveis” membros da OAB.
SAO TANTAS DIVERGENCIAS,ALGUMAS AS VEZES CHEGAM A ME SURPREENDER,MAS CONTRA PODER PARALELO NÃO TEM ARGUMENTOS, OAB, E QUANTO A UM DOS COMENTÁRIOS AQUI EXPRESSADO POR UM DOS PARTICIPANTES DE QUE O JUIZ TERIA INVEJA,INVEJA DO QUE, ELE PAGAR MENSALIDADE PARA SUSTENTAR UM CABIDACHO DE EMPREGO…FALA SÉRIO,NINGUÉM MERECE,BOM MESMO SERIA SE O CURSO DE DIREITO SÓ EXISTE EM OUTROS PAISES, SERIA MAIS DIVERTIDO, JA SE VOLTAVA HABILITADO.
Quanta ignorância Gabriel isso é só uma prova nada mais não é a salvação da advocacia e nem do Brasil.
Quanta bobagem Alex Mamed respeite mais as pessoas que pensam diferente de você.
jose luis duarte,
Em momento algum faltei com respeito. É que fica cansativa essa lengalenga sobre o Exame de Ordem. Tudo bem. Exijam transparência da OAB. Nenhum advogado é contra isso. É que esse espaço foi tomado pelos revoltados que não logram aprovação no Exame. A coisa é simples: basta estudar. Não há outra saída. Se a pessoa teve formação ruim, levada nas coxas, sem adquirir conhecimento teórico durante a faculdade, não será em cursinho de três meses que vai conseguir passar. Não me acho melhor que outros operadores do Direito. Simplesmente estudei e não acho bicho papão algum nessa prova. Basta estudar. Agora, se não estudou, adianta ficar culpando a OAB? Alegar que é caro? Escrever misuras sobre a OAB? O STF já não disse que é constitucional? Oras, se recomendar estudo para aprovação é falta de respeito, peço-lhe humildes desculpas por tão infame afronta à sua sensibilidade!
Sem falar na constante sonegação de IR por parte dos Advogados!
Isso não é verdade? então abram suas contas!
Pimenta é bom só no … dos outros.
Alex Mamed você faltou com respeito sim, ninguém aqui é chorão e nem esta de lengalenga todos que criticaram a prova aqui estão com a razão você querendo ou não é só pesquisar sobre a prova que você vai ver.
Transparência tem que ter existir tanto na OAB quanto no judiciário.
Também não existe ninguém revoltado aqui, os seus argumentos só demonstram que você não acompanha nada sobre o exame.
Estudar é obrigação em qualquer profissão isso nem se discute.
Se a OAB tem culpa ou não pela reprovação eu digo que em alguns casos ela tem sim.
O preço é caro sim R$200,00 muito dinheiro para um prova.
Existe algumas verdades que precisam ser ditas sobre a OAB você querendo ou não aceitar afinal de contas nem ela nem ninguém possue a verdade absoluta.
Em relação à constitucionalidade do exame foi uma pena que essa discussão não foi mais aprofundada. Também poderia ter sido discutido outros assuntos em volta do exame: a melhoria do ensino, se o exame é valido ou não, se ele é pedagógico, educacional, se pode ser feito por um conselho profissional ou pelo Estado e se ele realmente qualifica para a vida profissional.
Eu que lhe peço desculpas para você, por ter afrontado à sua sensibilidade, pois a minha você não afrontou, pois eu estudo sempre.
A nossa diferença é que eu não penso igual a você e gosto muito da democracia coisa que você não gosta.
Pimenta é bom só no … dos outros.
jose luis duarte
É choradeira sim. Regurgitar assunto que foi extensamente debatido nem merece contra-argumentação. Se não afrontei sua sensibilidade, como posso ter faltado com respeito? A democracia que você tanto preza não me permite emitir juízo de valor?
Desde 2009, quando fui aprovado, acompanho com interesse o Exame de Ordem, inclusive ajudando muitos colegas, compartilhando informação de como estudar corretamente e não feito doido; emprestando minha coleção, livros de prática etc. Ainda vou a comemorações de aprovações no Exame, para prestigiar conhecidos e desconhecidos que obtiveram êxito!
Pra lhe ajudar, vou sugerir que estude as 10 disciplinas, mas foque em apenas 5. Precisa-se apenas de 50% de acerto pra ir pra segunda fase. Entre essas 5, priorize Estatuto e Ética e Constitucional que correspondem a 1/4 da prova, ou seja – 50% do que você vai precisar.
Na segunda fase, dedique-se a estudos de caso da matéria que você elegeu. Leia livros voltados para a prática forense da disciplina. Pratique. O que elimina nem é o manejo da peça equivocada. É o esquecimento de critérios essenciais do caso exigidos pela banca. Peça para um colega formado corrigir. Pratique de novo e repita o passo anterior. Pratique mais.
Lhe garanto que nem OAB nem FGV vai conseguir lhe reprovar. É simples assim!
Boa sorte e seja bem vindo à Ordem no futuro!
Não é choradeira coisa nenhuma, é apenas um debate (se é que você sabe o que é isso). E no seu texto de resposta em nenhum momento você procurou debater o que eu propus.
Esse assunto do contrario que você diz não foi em nem um momento debatido da forma que o mesmo merecia.
No ano passado, foi o momento correto para a discussão de uma reforma no ensino jurídico, se o exame é valido ou não, se ele é pedagógico, educacional, se pode ser feito por um conselho profissional ou pelo Estado e se ele realmente qualifica para a vida profissional.
Em relação à forma e o que se tem que estudar em não nenhum momento eu pedi a sua opinião.
Eu não posso deixar de maneira nenhuma de responder as suas perguntas.
Você faltou com respeito a partir do momento em você tachou todos de chorões e revoltados somente por que discordam de você.
Em relação ao juízo de valor eu não aceito em nenhum momento que me julguem ou julguem as pessoas sem ao menos ter conhecimento sobre o que e de quem se julga.
Você como advogado tem que ter em mente que nem todos pensam iguais e nem por isso te da o direito de falar das pessoas.
Por favor, vamos debater com seriedade sobre o assunto exame de ordem e ensino jurídico.
Chega. Vou dar o assunto por encerrado. O jose luis tá igual o autor da Ação que julgou a constitucionalidade do Exame no STF: mesmo depois dele perder, ele deu entrevistas dizendo que o “STF não tinha julgado o mérito da causa. Apenas – veja só – tomado conhecimento e não provido o Recurso dele” – Quanta ingenuidade!
Me recuso a retornart a esses argumentos ridículos: prova feita por ceonselho, se qualifica e coisa e tal. É exigência da lei e pronto. Quem discorda, deve se candidatar a deputado/senador e propor mudança. No juidicário, o assunto tá miorto e encerrado.
Quer ficar chorando? Fica. Passar bem!
Que Triste!Um advogado que não sabe nem debater.
E que fica nervoso por qualquer coisa e que também não gosta de ser contrariado.
Em relação ao que o autor Ação que julgou a constitucionalidade do Exame no STF, disse ou não é uma coisa que me interessa. Apenas me interessa o debate que isso deveria promover.
Você em nenhum momento tentou debater os temas que eu propus, apenas disse que os mesmos são ridículos, ou seja, você não possui nenhum argumento para me contraditar.
Mesmo o exame sendo exigido por lei não quer dizer que o mesmo não possa ser discutido.
Eu não estou chorando como você diz eu apenas estou querendo debater com pessoas que tem capacidade para o debate, coisa que você não tem.
Otimo artigo, algumas pessoas tendem a pensar que por terem sido aprovados no exame da Ordem são melhores que o resto do mundo, e fazem desta instituição uma verdadeira adoração.
Excelente artigo! Evidencia questionamentos que todos temos, na questão da atuação da OAB, principalmente no que diz respeito a prática mercenária do exame da ordem quando o ponto crucial é evitar que mais faculdades de Direito sejam abertas a qualquer custo. Este “corte” deveria ser feito na base e não quando o aluno, acreditando que está pagando por um bom curso, investiu o que não tinha para concluir o curso e tendo que pagar seu investimento não consegue pois não pode advogar, tendo que ter mais um ônus e conseguir pagar cursinho de qualidade. O mais interessante é que isso só acontece no curso de Direito. Profissões tão ou mais importantes não agem como, simplesmente,máquina de angariar dinheiro, tais como Engenharia Civil, Medicina ou Ciências Aeronáuticas. Concordo, muitas coisas devem ser revistas.
“Lesura” é coisa de leso?
A assinatura lançada no artigo explica a canina vociferação recheada de perfídia do texto : Boca do Inferno .
Antigamente atuar como advogado era motivo de respeito. Convidado para proferir palestras em faculdades, em órgãos públicos e políticos, escrever artigos com remessa para jornais, defesa dos direitos dos desvalidos, enfim o advogado foi um agente transformador da sociedade.
Hoje, a visão que a comunidade tem do advogado é a do indivíduo que procura usufruir vantagens em prejuízo da maioria. Tanto que, existe uma concepção para se eliminar os advogados dos órgãos públicos e colocar técnicos. Afinal, porque, por exemplo, no Ministério da Agricultura é nomeado um advogado. Não é melhor um engenheiro agronômo. Eu declaro: “Nem sempre”.
Bacharel em Ciências Jurídicas e Sociais.
nao adianta , eles sao ladroes mesmo ; oab
Gostei! Alguém tinha de desmascarar os fariseus da OAB.
Agora, quem vai desmascarar o resto da canalhada jurídica de juízes, promotores, policiais, etc?