Uso toga, mas não sou bandido

A Toga
Uso toga, mas não sou bandido.
Uso toga, mas não sou ladrão.
Uso toga pela profissão que amo e abracei.
Uso toga para honrar minha família e meus amigos.
Uso toga tendo consciência de minha missão, nesses mais de 34 anos de carreira.
Uso toga como meus colegas de profissão, dignos e trabalhadores, nunca refratários a qualquer tentativa de melhoria do Poder Judiciário.
Usamos toga com muito orgulho e só vamos dobrá-la quando tivermos certeza do dever cumprido, ao final da missão.
Não venha alguém, que não respeita a toga, dizer como devemos proceder.
Não venha alguém, que não respeita sua própria instituição, dizer como devemos agir.
É melhor que esse alguém atue, como sua profissão exige.
Ou então, ainda melhor, que abandone a toga, pois não estava apto a usá-la.

Do desembargador paulista Ruy Coppola, lido na abertura da sessão de ontem, 28, do Órgão Especial.

Surrupiado daqui.

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