Uso toga, mas não sou bandido
A Toga
Uso toga, mas não sou bandido.
Uso toga, mas não sou ladrão.
Uso toga pela profissão que amo e abracei.
Uso toga para honrar minha família e meus amigos.
Uso toga tendo consciência de minha missão, nesses mais de 34 anos de carreira.
Uso toga como meus colegas de profissão, dignos e trabalhadores, nunca refratários a qualquer tentativa de melhoria do Poder Judiciário.
Usamos toga com muito orgulho e só vamos dobrá-la quando tivermos certeza do dever cumprido, ao final da missão.
Não venha alguém, que não respeita a toga, dizer como devemos proceder.
Não venha alguém, que não respeita sua própria instituição, dizer como devemos agir.
É melhor que esse alguém atue, como sua profissão exige.
Ou então, ainda melhor, que abandone a toga, pois não estava apto a usá-la.
Do desembargador paulista Ruy Coppola, lido na abertura da sessão de ontem, 28, do Órgão Especial.
Surrupiado daqui.
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Com toga ou sem toga, quem prefere calar-se diante do que ai está , magistrados que roubam e se aposentam com proventos integrais, por exemplo, pagos pelas mesmas pessoas que eles afanaram, sinto muito, más não é a toga que torna alguém digno ou indigno, mas sim a omissão diante do que ai está. Melhor me parece quem tenta protestar, mesmo sem provas, a quem prefere o conforto de bravatear para reluzir uma falsa honradez, por sinal , inútil diante da impunidade que todos sabemos existir também na nossa magistratura.
Eu, que não sou o Jose Dias acima, tampouco o Dias Toffolli, entendo que, na era pós “Lalaus e Rochinhas“ existia sim mais respeito à Toga.
Antes também existiam tais aberracões de juizes com problemas, só que não eram divulgadas.
Após os episódios Lalau e Rochinha, a vontade de capturar juizes desonestos aflorou e tomou corpo, ganhou as ruas e foi criado o CNJ que deu uma aliviada, ou uma impressão de que se estaria corrigindo de perto tais irregularidades relacionadas a alguns magistrados que não honraram a sua Toga.
Vida longa ao CNJ, aos Magistrados que honram a sua Toga e ao Dr Zamith que nos permite aqui opinar.
Excelência, por favor grave esse meu IP para que eu não seja clonado. (risos)
Forte abraco, sem cedilha. rs
Prezado magistrado,
a atribuicao de julgar seus semelhantes e uma das mais nobres, e exige de quem a pretende exercer as qualiddes eticas e morais que sejam compativeis com a referida atribuicao.
O grande problema e que a populacao ja percebeu isto e esta a exigir do poder judiciario como um todo dita postura.
Ha muito que se explicar, por exemplo:
a) Com tantos processos atrasados, inclusive criminais nos quais ocorrem prescricao aos montes, porque insistem em ter o privilegio de ferias de 60 dias? Porque “emendam” tantos feriados? Porque querem atender a populacao somente em um turno?
b) Porque, conforme noticiado, o CNJ nao cosegue ter acesso aos dados completos relativos a gastos e folhas de pagamento dos TJ, especialmente o de SP?
Estes sao apenas alguns exemplos.
O que os senhores tem feito para reverter esta realidade?
Aqui vai uma sugestao de um mero jurisdicionado, um bom comeco seria criar um portal da transparencia no ambito dos tribunais, onde sera acessivel para toda a populacao, centavo por centavo, a forma como e gasto o dinheiro de seus impostos.
Cumpre finalizar lembrando que esta escrito na Carta Magna que todo poder emana do povo e em seu nome sera exercido.
Agradeco a oportunidade de me expressar neste espaco e tenho certeza que a minha opiniao nao sera levada para o lado pessoal.
Sou daqueles que ainda acredita num poder judiciario eficiente.
Gilberto
Com toda certeza existem magistrados que honram a toga que vestem. Não somente por serem honestos e probos, mas também por entender que a função por eles exercida é uma das mais importantes na sociedade e, no decidir e sentenciar, pensam profundamente nos efeitos que causarão no plano prático.
Sobre a aposentadoria compulsória após flagrante corrupção, como alardeou o primeiro comentante, penso que o necessário é haver reforma legislativa para impedir esse disparate. Se um trabalhador comum for pego roubando seu patrão, ele certamente será demitido por justa causa. Se eu, advogado, roubar dos meus clientes, sofrerei sanção disciplinar que provavelmente me impedirá de advogar. Agora, se um magistrado se envolve em manifesto ato corrupto, de certa forma roubando de seu patrão que é a sociedade, tem de arcar com a “dura pena” de receber sem trabalhar, o que é inaceitável. Todavia, não se pode criticar a todos os magistrados, sobretudo àqueles íntegros, pois essa possibilidade resiste em nosso ordenamento jurídico e não são eles os responsáveis em afastá-la.
E querer acabar com o poder corregedor do CNJ é, de qualquer lado que se analise a questão, medo. Concordo que teve gente por lá falando mais do que devia, talvez com o propósito de ganhar algum espaço nos jornais, mas isso, per se, não retira do CNJ a importância que tem.
Até mais,
Só um adendo; utilizei várias vezes o verbo “roubar” no comentário acima. Entenda-se “roubar” no sentido grosseiro, esdrúxulo e atécnico.
Forte abraço e até mais.
Bem, se eu sou um profissional íntegro moral e tecnicamente, não tenho o que temer. Torna-se, inclusive, inócua, se é com toga ou sem toga. Para que serve mesmo a toga? Ah!, deve servir sim: para diferenciar.
Na sociedade moderna, os cidadãos têm a exata percepção de que o Judiciário presta um serviço público (tutela jurisdicional).
Não se admite mais, como em tempos atrás, a obscuridão desse Poder, em razão de ser custeado pelos contribuintes.
Quanto aos seus membros, alguns poucos, que enxergam a sociedade como se fosse uma peneira, desvirtuam as colocações corretas de algumas autoridades, fazendo vistas grossas para as incorreções funcionais dos magistrados.
No Brasil, falar a verade é crime. A Ministra Eliana ‘corajosa’ Calmon acerta na ferida, mas não generaliza, por óbvio, pois a regra, é a de termos bons magistrados.
Tomemos um exemplo clássico de comprometimento de juízes: CBF patrocina torneio de futebol para juízes federais na Granja Comari. Depois a CBF ou o Ricardo Teixeira vão cobrar a fatura.!
E ainda vai aparecer alguém que diga que isto está correto, em nome da magistratura nacional! Hipócritas!
Você que ouve e não fala,
Você que olha e não vê,
Eu vou lhe dar uma pala,
Você vai ter que aprender:
A “toga” da mironga do kabuletê.
Terça-feira, 27 de setembro de 2011
2ª Turma mantém condenação de ex-desembargador por corrupção passiva
http://www.stf.jus.br/portal/cms/verNoticiaDetalhe.asp?idConteudo=190289
As pessoas adoram falar mal do judiciário, que é moroso, que não dá conta de julgar os processos etc, mas não vê que este ainda é o único poder que funciona no Brasil e se está abarrotado de coisas para fazer, é porque perde tempo suprindo a total inoperância dos outros poderes. Vivemos em tempos de total judicialização de todos os problemas possíveis e inimagináveis. Se despacha 30 e no outro dia entram 50 processos no gabinete. Mas é isso mesmo, isso é apenas consequencia de um sistema que é feito para não funcionar. Não se iludam amigos, nada vai dar certo.
O texto acima é uma farofa, pura pirotecnica para aparecer.
Se não é bandido, a carapuça nao serviu, portanto, sem motivos para sentir qualquer coisa em relação às declaracoes da brava Calmon, muito menos fazer texto feio e nada atraente.
Reacao exagerada e injustificada. Conseguiu apenas deixar o cidadadao mais revoltado com alguns membros da classe que precisam saber que nao estao acima da lei, e que PRESTAM CONTAS pelo que fazem.
Associação dos Magistrados podia ter passado batido, afinal, não serviu a carapuça…
CNJ neles, nos bandidos de toga!
MUDANÇAS JÁ NA LEGISLAÇAO QUE TRATA DOS ATOS ILICITOS COMETIDOS POR MAGISTRADOS. BASTA DE APOSENTADORIA COMPULSÓRIA REMUNERADA.
MERECEM O MESMO QUE QUALQUER UM QUE INFRINGE A LEI: O OLHO DA RUA E PERDA DAS REGALIAS.
Quem usar a toga e nao for bandido que me abrace e endosse o coro!
JUIZ CORRUPTO
http://joelgomes.blogspot.com/2008/10/juiz-corrupto.html
25/10/2008
Juiz cobra propina para não decretar falência de firma
O juiz Fernando Sebastião Gomes vai responder ação penal pública pelos crimes de concussão e corrupção passiva. A decisão foi tomada pelo Órgão Especial do Tribunal de Justiça de São Paulo, que aceitou denúncia oferecida pelo procurador-geral de justiça.
Gomes é acusado de exigir vantagem indevida no valor de US$ 600 mil para não decretar a falência da SID Informática, empresa que foi controlada pelo grupo Sharp. O juiz também é acusado de exigir vantagem para levantar valores depositados em outro processo que corria na vara onde era o titular. Além de Gomes, também é acusado o engenheiro João Bosco Paes de Barros.
Na defesa, o juiz e o engenheiro sustentaram a inépcia da denúncia e pediram seu trancamento por falta de justa causa. O Órgão Especial, por votação unânime, entendeu que estavam presentes os requisitos de prova de materialidade e de indícios de autoria, que autorizam a abertura da ação penal. Ou seja, se a denúncia descreve uma conduta que, em tese, configura crime, ela deve ser recebida.(Do site Consultor Jurídico)Escrito por Nivaldo Araújo, redator-substituto, às 09h30
Postado por Joel Gomes
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Quadrilha de juízes e desembargadores denunciada pelo MP
http://aldoadv.wordpress.com/2010/03/06/juiz-corrupto-em-quase-toda-esquina-tem-um-infelizmente/
O Ministério Público Federal denunciou um grupo formado por desembargadores, juízes, advogados, despachantes, oficiais de Justiça, comerciantes e gerentes de banco, todos suspeitos de envolvimento no esquema de venda de liminares e sentenças investigado pela Operação Passárgada, deflagrada em 2008. A denúncia, feita pelo subprocurador-geral da República Carlos Eduardo Vasconcelos, foi enviada nesta semana ao Superior Tribunal de Justiça e será analisada pelo ministro Nilson Naves, relator do Inquérito. A informação é da Agência Brasil.
Todos os denunciados são acusados pelo crime de formação de quadrilha. Além de oferecer a denúncia, o subprocurador também pediu o imediato afastamento de Francisco Betti e Angela Catão, desembargadores do Tribunal Regional Federal da 1ª Região, além de Weliton Militão dos Santos, juiz federal titular da 12ª Vara Federal da Seção Judiciária de Minas Gerais e Aníbal Brasileiro da Costa, oficial de Justiça e diretor da 12ª Vara Federal da Seção Judiciária de Minas Gerais.
“A dignidade da Justiça, já tão escarnecida pelos denunciados, não permite que se aguarde o futuro recebimento da denúncia para suspendê-los de suas funções”, afirmou Carlos Vasconcelos que se baseou sua denúncia em interceptações telefônicas e de mensagens via e-mail, além de quebras de sigilo bancário e fiscal e farto material colhidos pela Polícia Federal.
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O CRIME COMPENSA, SE VOCÊ FOR JUIZ (É CLARO)
Por Fábio de Oliveira Ribeiro 24/04/2007 às 21:12
http://prod.midiaindependente.org/pt/red/2007/04/380168.shtml
Reforma constitucional para reduzir a hipertrofia do Judiciário é inadiável.
Num regime republicano verdadeiro todos devem se submeter aos rigores da Lei, inclusive e principalmente aqueles que tem a missão da zelar pelo seu fiel cumprimento. Só nos regimes oligárquicos, tirânicos e aristocráticos se admite a existência de uma classe de cidadãos que, em razão de suas posses, poder ou origem familiar, estão acima da Lei.
A CF\88 adota formalmente o regime republicano. Todos cidadãos são contribuintes, todos os servidores, salvo algumas exceções, são empossados mediante eleições ou provas de concursos e títulos. Os vencimentos dos servidores são pagos pelo Estado, portanto, pelos contribuintes. O art. 5° , da CF\88, prescreve que todos são iguais perante a Lei. Porém, a constituição confere aos juizes tantos privilégios que eles se consideram acima da Lei.
Dentre os privilégios conferidos aos juizes podemos destacar os seguintes: vitaliciedade, que garante aos juizes aposentadorias gordas mesmo que eles usem seus cargos para cometer crimes; irredutibilidade de salários, que justificam a auto concessão de aumentos abusivos acima dos concedidos aos demais servidores do Poder Judiciário; poder para julgar os desmandos dos membros dos outros poderes e nunca ser julgados a não ser por seus colegas.
Em razão dos privilégios concedidos aos juizes, o Brasil é uma República ?sui generis?. Todos são iguais perante a Lei, mas os juizes são ?mais iguais?. Creio que é por esta razão alguns se comportam como se estivessem ?além do bem e do mal?. Este certamente é o caso do Juiz que desviou mais de 100 milhões de reais do TRT\SP (e daqueles que o deixaram numa confortável prisão familiar). Também é o caso dos que venderam sentenças (e talvez do que decidiu que eles devem responder os processos em liberdade).
Os abusos praticados por juizes tem se tornado corriqueiros. Pode-se até dizer que no Brasil o crime compensa, desde que se use toga. Já está mais do que na hora de reformar a CF\88 para remover os privilégios odiosos conferidos aos juizes. Caso isto não ocorra nunca poderemos sentir o orgulho de morar numa verdadeira república.
Os políticos corruptos do Executivo e do Legislativo podem ser julgados pelo Poder Judiciário. Podem, ainda, ser julgados politicamente pelos eleitores nas eleições. Os juizes corruptos nunca são eleitos, nem julgados pelos cidadãos ou pelos membros dos outros poderes. Pode-se concluir, portanto, que não há equilíbrio entre os três poderes. A hipertrofia do Judiciário é evidente e dela decorrem os abusos que temos visto.
Um juiz corrupto é muito mais perigoso para o regime republicano e democrático do que qualquer contraventor ou bandido comum. Os magistrados são remunerados como nababos e em contrapartida deveriam se dedicar a exercitar seu mister com a mais zelosa honestidade. Não é o que está a ocorrer justamente porque os malandros de toga se acreditam imunes e impunes.
Na Inglaterra vitoriana o Juiz corrupto perdia seu cargo e tinha o couro cabeludo removido (se sobrevivesse, o vergonhoso crânio liso e branco que continha seu cérebro corrompido ficaria à mostra). As penas corporais repugnam à nossa cultura jurídica atual, mas nem por isto devemos aceitar que os criminosos de toga sejam tratados melhor que os criminosos comuns.
É por isto que defendo uma ampla reforma constitucional para reduzir a hipertrofia do Poder Judiciário. O juiz corrupto deve ser tratado da mesma forma que qualquer outro servidor corrupto. Deve ser processado e julgado (mas não por seus iguais) e perder cargo, aposentadoria e liberdade. Os aumentos dos juizes devem ser iguais aos dos demais servidores.
Fábio de Oliveira Ribeiro
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PEC PUNE JUIZ CORRUPTO
Hoje, como sabido, o magistrado que mete as mãos em recursos públicos e pratica outras estripulias são aposentados por “interesses público”, com direito a receber seu polpudo salário. Lalau, ai de São Paulo e Antônio Casado, aqui de PE, são exemplos notórios dessa anomalia. É Fato que esses dois corruptos recebem integralmente seus proventos, além de ostentar o status de juiz.
Pois bem, a premiação de juízes corruptos está com os dias contados.
De fato, a PEC nº 42/2007, de autoria do senador Tião Viana (PT-AC), acaba com essa boquinha. Assim, se a referida PEC for aprovada, o juiz corrupto perderá o cargo e, em consequência, a aposentadoria com os respectivos proventos.
Resta esperar que o Senado aprove urgentemente a PEC 42/2007 e que o Tribunal a que está vinculado o magistrado corrupto tome vergonha na cara, esqueça o corporativismo, e puna o juiz corrupto
Penso que o que tem que acabar nesse país é a política de castas, de amparo ilimitado cheio de brechas da legislação em favor de uns e em desfavor da massa. Chega de funcionários públicos cheios de direitos, como por exemplo a vitaliciedade, enquanto a massa de servidores públicos podem ser demitidos a bem do serviço público de forma administrativa, o q se observa no judiciário são garantias que não mais se amoldam a uma democracia que almeja consolidação. Verdade é que nossa democracia é um adolescente que faz muita besteira. Observo a corte suprema nitidamente separar seus pares e os demais colarinhos brancos para que não sejam “atacados” e tratados como qualquer um. Invejo a democracia americana que não faz acepção de pessoas, efetivamente a democracia se pratica na prática (proposital). Lá os ricos, governadores, diretor de FMI, etc., quando na condição de preso, são tratados da mesma forma que os demais mortais. Aqui, a suprema corte diz que garante os direitos fundamentais, a dignidade da pessoa humana, etc, etc, etc, tudo balela!!! Sabemos que a massa ainda é formada por pessoas com pouca instrução e acesso restrito ao judiciário, logo, são beneficiados apenas os “doutores” e os $$$$. Entendo que cada trabalho tem sua importância, e para mim, não menos importante é juiz, promotor, deputado, etc., do que o gari que pega o lixo da minha casa, da minha secretaria doméstica, esses que efetivamente fazem o meu dia a dia. Nada contra as demais funções, só entendo que se valorizam uns demais em detrimento de outros. Enquanto nesse país a política tiver tentáculos em todos os segmentos, teremos um judiciário engessado, um Ministério Público isolado e uma Polícia amordaçada.
No dia que for possível “demitir” magistrado em processo adminitrativo, a sociedade se arrependerá. Hoje com a vitaliciedade, inamovibilidade e irredutibilidade os juízes já sofrem pressão de todos os lados. Sem contar que seria inconstitucional por violar a separação dos poderes.
Que alivio!
ufa!
Como é bom saber que tantos, no país, seguem a mesma linha de entendimento, exceto alguns magistrados comprometidos.
Obrigado ao Dr Zamith por esse “passeio“de “voto“aqui no blog dele.
A ministra “gritou“ na hora certa.
Algumas vezes na vida temos que dizer :“what a fuck!“ peraí!
Não é verdade?
Não fosse ela gritar naquele exato momento, a “panelinha“ já estaria formada.
por traz da toga: isso tudo deu uma luz …, me espantei: o buraco é bem maior: várias carapuças encaixarão… que país é esse: que deus nos ajude, pois os que deveriam representa-lo estão mas preocupado com vaidades …. dignas de viajantes do próprio ego.. somos mais que isso acordem, se não por nos , mas por seus filhos me netos….
Caro magistrado, sou um dos honrados em ter o privilégio de lhe conhecer mais de perto (alem blog) e sei embora ainda não tenha visto seu posicionamento sobre a peleja, posso arriscar um palpite: quem não deve não teme…rererrre.
a pesar do flamengo; por esse magistrado coloco minha mão no fogo … rerrerre
Com tanto processo parado, bem que esse desembargador paulista podia ir trabalhar ao invés de ficar escrevendo verso de qualidade duvidosa!
Srs. comentaristas
Me reservo ao direito de discordar de algumas colocações, inclusive, as postadas por pessoas que não têm ao menos, coragem de se identificar.
Pessoas que honram a sua profissão, têm como obrigação, cada qual a seu modo, demonstrar a sua indignação quando, injustamente, se vê jogado aleatoriamente, num mesmo “saco podre”. A manifestação não foi pública, portanto, não se buscava “holofotes”.
Diria apenas aos comentaristas: se alguém da sua família não prestar, vocês aprovariam o “estigma” público de que toda a sua família não presta? Se sentiriam confortáveis? Ficariam calados?
Quanto a postagem do Sr. (não uso toga), anônimo, pergunto: quem é o senhor para julgar um verso de qualidade duvidosa? É integrante da Academia Brasileira de Letras? Outro detalhe: o magistrado ESTAVA trabalhando, em sessão semanal do Orgão, além de trabalhar diariamente em seu gabinete, NÃO RECEBENDO absolutamente nada pelo acúmulo de funções. O tRIBUNAL DE sÃO PAULO É UM EXEMPLO, tendo inclusive, sido o primeiro a baixar uma Resolução para PUNIR os seus pares. Lastimável constatar que as pessoas possam se manifestar, sem conhecimento de causa.
Identificar para que sr jaque cler? Oara pessoas como vc que certamente usam toga iniciar uma perseguição? Bandido se ataca anonimamente sim, para depois não ser perseguido por ele. Quanto à crítica à qualidade da poesia, não sou membro da academia brasileira, assim como o dito togado não é poeta.
não acredito na “Justiça”, o que me levou a crer nisso, foi um fato com um Juiz, onde o mesmo demonstra em seus despachos a clara intenção de despedaçar os “réus”. Esse julgamento errôneo é a pior coisa que pode acontecer por parte do Juiz e para quem é julgado. Existem como em qualquer situação da sociedade os togados que são bandidos (Rev. Veja 05/10/11) e os que são “menos bandidos” que se divertem com a desgraça alheia.
Caro Juarez, vc transformando um caso particular em regra geral…
Veja as distorções que isso pode causar: não acredito na igreja, por causa dos padres pedófilos; não acredito na medicina em razão de erros grosseiros cometidos por médicos; não acredito na imprensa por causa das matérias mentirosas noticiadas pelos jornais e por aí vaí…
Mude esse comportamento. Ainda dá tempo.
Olá
Boa Tarde.
A vida tem me ensinado uma coisa que graças a Deus levei a sério.
” As pessoas que encontro na rua, as encontro na Igreja;
As pessoas que encontro na rua , as encontro na Assembléia Legislativa;
As pessoas que encontro na rua, as encontro nas Escolas;
As pessoas que encontro na rua, as encontro dentro do meu escritório;
As pessoas que encontro na rua, as encontro no Supermercado;
As pessoas que encontro na rua, as encontro dentro da Casa Jurídica (Forum);
Já encontrei pessoas dentro do Forum pernoitar no Presídio;
Conclusão: Onde existem pessoas nelas podemos encontrar todas as qualidades bem como todos os defeitos.
Nesse País é “chik” falar e desmoralizar um profissional que dedica sua vida ao trabalho e aos estudos,
Pergunto: alguém está preocupado com o Zé que está morando debaixo da ponte?
Respondo: falar do Zé não dá ibope para ninguém!!!!!!!!
Sabemos que em todas as profissões existem os bons e os maus profissionais. A Toga não faz que uma pessoa se torne um profissional integro num passe de magicas. A integradade vem do interior e não do exterior. Lamentavelmente a Ministra Calmon tem toda a razão. Alías, está coberta de razão. Para que os maus Magistrados nao ofisquem a luz dos bons Magistrados, é preciso extirpá-los do Poder Judiciario. São qual praga daninha a invadir um gramado, por mais bonita que seja a grama, tudo fica feio. Um Magistrado criminoso causa danos irreparáveis, pois este decide o destino de muitas vidas. Pobres vitimas.
Só para diferenciar, esse xará Juarez ai de cima não sou eu…, por motivos óbvios não comento magistratura… e até porque eu jamais citaria a Veja para qualquer coisa…