Mundo

O estigma da gravata

Ahmadinejad.jpgSempre que eu via o Presidente do Irã, seja na televisão, seja em fotografias, eu me perguntava porque ele usava blazer, mas sempre desacompanhado da gravata, ainda que em eventos formais, como nas reuniões das Nações Unidas.

Hoje, durante a leitura do  livro “O Que Deu Errado No oriente Médio“, eu descobri a resposta. Segundo o autor da obra, Bernad Lewis, por muito tempo o vestuário ocidental foi evitado, porque visto como símbolo do infiel. Com o passar do tempo, ocorreu um abrandamento desse pensamento e grande parte da população masculina urbana adotou trajes de estilos ocidentais.

No entanto, a gravata continua a ser evitada, pois simboliza a rejeição da cultura ocidental e de seus símbolos. Por alguma razão, os mulçumanos atribuem à gravata um significado simbólico, talvez por causa de seu aspecto vagamente cruciforme.

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As pegadas de Hua Chi

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Os pés do monge Hua Chi junto das pegadas que foram feitas em décadas de meditação, num mosteiro em Tongren, na província chinesa de Qinghai.

Hua Chi que se julga ter cerca de 70 anos, rezou durante tanto tempo no mesmo lugar que imprimiu a suas pegadas no assoalho de madeira.

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SOPRO DO SHOFAR ÀS PORTAS DE GAZA

Um homem israelita sopra um shofar (chifre de carneiro) perto do Kibbutz Nir Am, enquanto observa a fumaça proveniente do norte da faixa de Gaza.

O shofar é um instrumento simbólico. Segundo a Bíblia, Livro de Josué, foi o sopro dos shofares de sete sacerdotes no sétimo dia de cerco a Jericó e depois de darem sete voltas à cidade que deu o sinal e amplificou o grito de guerra que haveria destruir as muralhas da cidade e dar a vitória ao povo israelita

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IMAGENS DE UMA GUERRA

Pessoas se reúnem em torno de corpos de palestinos, mortos perto de uma escola da ONU.

 Restos de um foguete lançado por militantes palestinos contra a cidade de Sderot.

Cidadãos palestinos seguram bandeiras brancas para de tropas israelitas, após deixarem suas casas perto da área onde soldados israelitas e membros dos Hamas trocavam tiros.

Um garoto israelita entra no abrigo antibomba, na cidade de Ashkelon. 

Bombeiro palestino limpa o sangue de vítimas numa rua de Gaza.

Um palestino examina os destroços de três ambulâncias destruídas após um ataque no dia 05 de janeiro.

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SOBRE AVIÕES E PISTAS CURTAS

O acidente com o avião da TAM continua a gerar  mil teorias e a que mais se destaca é a da pista inadequada do aeroporto de Congonhas para receber avião do porte do Airbus A320.  Os pilotos costumam falar que que aterrisar em Congonhas é como pousar num porta-avião.

Comparações à parte, a ilha caribenha de St. Marteen – metade francesa  e metade holandesa – possui um dos aeroportos em que o pouso ou a decolagem de uma aeronave é um espetáculo à parte.

Observe nas fotos abaixo, a partir da nº 4 em diante, flagrantes de pousos no aeroporto Princesa Juliana, localizado na parte holandesa da ilha. Note que os aviões, inclusive modelos Boeing 747, passam a poucos metros das cabeças dos banhistas.

Não se trata de fotomontagem.

Imagens retiradas do site Airliners.net.

Obs. As fotos podem ser visualizadas em tamanho ampliado, bastando clicar em cima. Feito isto, acione as setas “esquerda” ou “direita” do teclado, ou então, clique na lateral da foto – “next” – para vê-las no modo slide. 

Vista aérea do aeroporto de Congonhas

Aeroporto Rainha Juliana

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